Conheça o Júri de Seleção

 

Alyne Fratari Graduada em Marketing, iniciou em 99 seu trabalho com produção cultural, envolvendo-se com desenvolvimento, consultoria, execução e produção e produção executiva de projetos multiartes. Há quase 10 anos dedica-se integralmente ao audiovisual.

Cineasta vive e respira cinema. Participou de quase 30 produções de curtas metragens e institucionais nas mais diferentes funções. Diretora de seis filmes recebeu vários prêmios, sendo seu último curta metragem “Descrição da ilha da saudade ou Baudelaire e os teus cabelos”, ganhador de mais de 10 prêmios em mostras e festivais de cinema tendo ainda participado do 10º prêmio ABC de Cinema-SP. Em reconhecimento ao seu trabalho recebeu no ano de 2010 o “Diploma de Destaque Cultural do Ano” concedido pelo Governo do Estado de Goiás e Conselho Estadual de Cultura. Atualmente finaliza seu 7º filme, o curta “Mañana Cést Carnaval”, projeto premiado em primeiro lugar do Edital de Curtas da Agepel 2010. Foi curadora e jurí da 2º Mostra UEG de Audiovisual 2010 – realizada pela Universidade Estadual de Goiás e Jurí oficial da mostra competitiva da 3ª MIAU – Mostra Independente do Audiovisual Universitário 2010, realizado em Goiânia – GO.

 

Geórgia Cynara

Graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás-UFG (2005), especialista em Cinema e Educação pelo Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás (2010) e mestranda em Comunicação/Mídia e Cultura pela UFG. Atua nas áreas de Comunicação, Música, Audiovisual e Educação. É jornalista, assessora de comunicação na área cultural, musicista (violino/bandolim) e compositora. É docente efetiva e coordenadora do curso de Comunicação Social/Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás (UEG), atualmente ministrando as disciplinas de Produção Sonora em Audiovisual.

 

Luís Araújo Pereira

Foi professor na Faculdade de Letras de 1980 a 1996. Foi redator de propaganda e editor de revista técnica. Como bolsista do governo francês, fez mestrado em teoria literária na Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais de Paris. Autor de Ofício Fixo (1968, poemas), Linhas (1994, poemas), Minigrafias (2009 poemas). Deve publicar brevemente Adeus, Dog, livro de contos. Tem poemas e contos publicados em coletâneas regionais e nacionais. Foi duas vezes coordenador do Júri de Seleção do FICA. Escreve crônicas mensais para o jornal O Popular

 

 

Marcela Borela

Realizadora audiovisual, produtora cultural, pesquisadora e professora, vive e trabalha em Goiânia – Goiás. Formada em Comunicação Social/Jornalismo pela FACOMB – Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia da UFG – Universidade Federal de Goiás; Especialista em História Cultural e Mestre em História pela FH – Faculdade de História da UFG, trabalhando nas áreas de estética, teoria do cinema, teoria da imagem, história visual, história cultural e história da arte. Trabalhou em diversos curtas-metragens como diretora de arte, produtora, roteirista e diretora desde 2004. Sua primeira ficção (Poupe-me dos Detalhes Sórdidos) recebeu prêmio de Melhor Vídeo Universitário no Festcine Goiânia – 2006 e seu documentário (Boca no Lixo), realizado em co-direção com Lígia Benevides, recebeu os prêmios de Melhor Filme Goiano no Festcine Goiânia (2007), Melhor Documentário pelo Júri Popular no IV MOSCA – Mostra de Vídeos de Cambuquira – MG (2008) e Menção Honrosa na Mostra de Cinema de Taguatinga – DF (2008). Realizou seu primeiro longa-metragem documentário “MUDERNAGE” (2009), um olhar sobre a experiência moderna nas artes plásticas em Goiás, vencedor do concurso DOC TV IV. O longa foi exibido na Rede Pública Brasileira de Televisão em todo o território brasileiro, além de ter sido exibido em mostras, festivais, universidades e cineclubes, com destaque para o Festival de Documentários de Brasileiros em Pequim – China. Marcela é uma das produtoras do DESBITOLA – Ciclo de Debates do Cinema Goiano, que exibiu durante dois anos filmes de todas as épocas realizados em Goiás, é professora da Faculdade Cambury nas áreas de Direção e Produção em Vídeo / História da Imagem e Presidente da AGCV – Associação Goiana de Cinema e Vídeo desde 2009.

 

Roberto Mello

Crítico de cinema do Caderno B do Jornal do Brasil nos anos 1970-1980, quando começou a privilegiar a leitura psicanalítica de filmes. Desde 1993, organiza mostras de cinema para formação de psicanalistas na Fazenda Freudiana de Goiânia: na 1ª. Jornada de Psicanálise da instituição, foi exibido e debatido o filme O diabo mora no sangue, de João Bênnio. A 11ª. Jornada, em 2004, teve por tema Psicanálise, cinema e meio ambiente. A convite do FICA, ainda em 2004, participou de mesa-redonda com o texto alguns efeitos do discurso ecológico, debatendo questões políticas, ecológicas e cinematográficas, Psicanalista formado pelo Colégio Freudiano do Rio de Janeiro, psicólogo clínico pela Universidade Santa Úrsula, bacharel e licenciado em filosofia e ciências sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem por interesse a interface psicanálise e cinema como atestam alguns artigos, entre eles Amor, cinema e psicose, publicado na revista Revirão nº3 (RJ), como um resumo do Seminário de Lacan sobre as psicoses. Traduziu The breast (O seio), de Philip Roth. Natural do Rio de Janeiro, mora desde 1988 em Goiânia, onde exerce atividades clinicas.